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Jornal Folha Cidade | 20 de janeiro de 2018.

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Com reajuste zero, professores e funcionários da Unesp decidem manter greve

Com reajuste zero, professores e funcionários da Unesp decidem manter greve
Da redação

Paralisação se estende a outros campi da instituição; USP e Unicamp também protestam contra congelamento dos salários da categoria

Professores e funcionários técnico-administrativos da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Ilha Solteira oficializaram na terça-feira (27) a paralisação iniciada na última semana e aderiram à greve geral ao lado de outras duas universidades estaduais, a USP (Universidade de São Paulo) e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), contra o congelamento de salários da categoria anunciado pelo Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) – entidade que reúne os dirigentes das três instituições.

Por causa do alto comprometimento das receitas com salários, o conselho propôs há pouco mais de duas semanas reajuste zero aos docentes e servidores em 2014. A grave situação da USP, que gasta 105% dos repasses com remunerações, foi a que mais pesou na decisão do órgão. Segundo as universidades, o comprometimento de orçamento com folha de pagamento atinge 94,47% na Unesp e 96,52% na Unicamp.

Na Unesp, onde a greve começou já na semana passada, 13 das 34 unidades têm greve parcial de professores e funcionários – Araraquara, Assis, Bauru, Botucatu, Franca, Guará, Jaboticabal, Marília, Presidente Prudente, Rio Claro, São José do Rio Preto, São Paulo, além de Ilha Solteira. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, as unidades mantêm apenas suas atividades essenciais.

Na proposta dos reitores, a situação financeira das instituições e a possibilidade de conceder algum reajuste salarial para professores e funcionários seriam reavaliadas a partir de setembro, “a depender do comportamento das transferências de recursos”. O Fórum das Seis, entidade que reúne as entidades sindicais das estaduais, exige 9,78% de reajuste ou caso contrário, a greve será mantida por tempo indeterminado. O aumento pedido representaria reposição da inflação mais aumento real de 3%.

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